sexta-feira, 21 de novembro de 2014

PROGRAMAÇÃO do Simpósio


Local: Auditório Professora Sônia Viegas – prédio da FAFICH/Campus UFMG
Avenida Antônio Carlos, 6627 - Pampulha - Belo Horizonte/MG

O simpósio, em meio às comemorações do tricentenário do início da construção do antigo Recolhimento de Macaúbas, vai apresentar um panorama sobre o setecentos mineiro em suas manifestações artísticas e culturais, as instituições religiosas e educacionais do período e aspectos ligados à história do atual Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição de Macaúbas.

Dia 01 /12/2014 (Segunda-feira)

8h Credenciamento
8h30 Abertura
9h Conferência de Abertura: Caio César Boschi
10h Debate
10h30 Conferência: “Instituições religiosas e educação na América portuguesa dos setecentos”, por Thaís Nívea de Lima e Fonseca.
11h Conferência: “Os primeiros anos do Colégio Macaúbas (1843-1867)”, por Adair José dos Santos Rocha.
11h30 Debate

12h Almoço

14h Conferência: “Uma releitura da historiografia relativa ao Purgatório e as almas padecentes na época Moderna”, por Adalgisa Arantes Campos.
14h40 Debate
15h10 Intervalo
15h30 Conferência: “Recolhimento de Macaúbas - revelação e realidade”, por Adriana Romeiro.
16h10 Conferência: “Aquém da soberania: costume e caridade nas Minas setecentistas”, por Marco Antônio Silveira.
16h50 Debate

Dia 02/12/2014 (Terça-feira): 
Cultura artística e arte sacra nas Minas Setecentistas

9h Conferência: "Artes, artistas e o Recolhimento de Macaúbas no Século XVIII", por Célio Macedo Alves.
9h40 Conferência: “Macaúbas sob a análise das técnicas construtivas: a importância do respeito aos materiais tradicionais e o testemunho da história”, por Fernando Roberto de Castro Veado.
10h20 Debate       

12h Almoço

14h Conferência: “Os altares de papel do Recolhimento de Nossa Senhora dos Humildes em Santo Amaro – Bahia”, por Luiz Freire.
14h40 Conferência: “A fortuna do quadraturismo em Minas Colonial entre pressupostos científicos e narratologia plástica”, por    Magno Mello.
15h20 Debate
15h45 Intervalo
16h30 Conferência de encerramento: “Práticas de Leitura em instituições monásticas no mundo luso-brasileiro na passagem do século XVIII para o século XIX”, por Luiz Carlos Villalta.

Valor da inscrição R$ 10,00 (dez reais). Para se inscrever preencha os dados no site http://goo.gl/forms/l5xzc0zdnX
 
Mais informações no e-mail: macaubas300@gmail.com

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Simpósio celebra os 300 anos de Macaúbas

O Simpósio “300 anos do Recolhimento de Macaúbas: educação, sociedade, arte e cultura” é organizado por docentes e discentes do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais (FAFICH/UFMG) em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG), com o grupo de pesquisa internacional “Portugal e Brasil dos séculos XVI até cerca de 1830 (economia, sociedade, política e cultura)” e com o Mosteiro de Macaúbas, que no presente ano completa 300 anos de criação.

O Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição de Macaúbas localiza-se em área rural do município de Santa Luzia, em Minas Gerais. No século XVIII funcionou como recolhimento e educandário que acolhia filhas e esposas de maridos ausentes. Foi fundado por Félix da Costa e familiares que saíram de Penedo (AL) e atingiram as margens do Rio das Velhas, onde inicialmente se estabeleceram. A edificação primitiva da ermida e do recolhimento teve início em 1714 às margens do rio das Velhas e do rio Vermelho. Em 1730, ocorreu a confirmação por D. João V da primeira carta de sesmaria, concedida em 1716. Com a morte do fundador em 1737, a construção do segundo prédio foi administrada pela madre Antônia da Conceição, que transferiu as recolhidas em 1743 para as novas instalações. Em 1744, o Recolhimento de Macaúbas foi elevado à categoria de curato. Monumento religioso, histórico, artístico, cultural e paisagístico de grande importância, o Mosteiro foi tombado em 1963 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e, em 1978, pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG).

Para participar do Simpósio faça sua inscrição
no site http://goo.gl/forms/l5xzc0zdnX. Valor da inscrição: R$ 10,00 (dez reais).

Mais informações no e-mail: macaubas300@gmail.com

Nomes confirmados

Nomes confirmados para o Simpósio "300 anos do Recolhimento de Macaúbas: educação, sociedade, arte e cultura":

Adair José dos Santos Rocha é mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais. Graduado em Filosofia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (2006) e em Pedagogia Orientação Educacional pela Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão, atualmente é professor de Metodologia de Pesquisa, de Sociologia, de Introdução ao Estudo Personalizado do Direito, do Seminário Temático Como Estudar Melhor e Orientador de Estudos do Núcleo de Ensino Personalizado na Escola Superior Dom Helder Câmara (MG).


Adalgisa Arantes Campos é bacharel e licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais; mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutora em História Social pela Universidade de São Paulo.  É professora associada nível 4 do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais. Em suas orientações na pós-graduação em História, pesquisas e produção acadêmica atua nas temáticas: Barroco luso-brasileiro, artífices e artistas no período colonial, iconografia cristã, mecenato confrarial, o ideário da morte, manifestações culturais e artísticas alusivas à Quaresma e Semana Santa. 


Adriana Romeiro possui graduação em História pela Universidade Estadual de Campinas, mestrado em História pela Universidade Estadual de Campinas e doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas. Fez pós-doutorado na Universidade de São Paulo e na Universidad Autónoma de Madrid. É professora associada no Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente sobre a história das culturas políticas em Minas Gerais século XVIII. 


Caio César Boschi é doutor em História Social pela Universidade de São Paulo. Foi professor titular de História do Brasil na Universidade Federal de Minas Gerais até 1994, quando se aposentou. Atualmente é professor titular do Departamento de História da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Desenvolve estudos e pesquisas, predominantemente, nas áreas de História do Brasil Colonial, História de Portugal Moderno, de acervos documentais e arquivos históricos. 


Célio Macedo Alves possui graduação em História pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de História, com ênfase em história da arte mineira e atua principalmente nos seguintes temas: rococó, barroco mineiro, iluminismo, cultura mineira. Atualmente é professor auxiliar na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Departamento de Museologia.


Fernando Roberto de Castro Veado é engenheiro civil, mestre em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável pela Universidade Federal de Minas Gerais. É servidor do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG) desde 1974, sendo um dos profissionais remanescentes da primeira geração que atuou na instituição desde a sua criação. No IEPHA/MG desenvolve atividades na Gerência de Projetos e Obras/Diretoria de Conservação e Restauração e é curador do acervo reunido durante mais de 20 anos com testemunhos das técnicas construtivas e materiais tradicionais aplicados nas edificações históricas de Minas Gerais.


Luiz Carlos Villalta possui bacharelado e licenciatura em História pela Universidade de São Paulo, mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor associado II da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, atuando principalmente nos seguintes temas: libertinagem - inquisição - Brasil-Portugal, luzes - Portugal - Época Moderna, bibliotecas - leitura - livros - Brasil colônia, romance - luzes - sociedade - política e libertinagem - leitura - Antigo Regime.


Luiz Alberto Ribeiro Freire possui licenciatura em Letras Vernáculas com Francês pela Universidade Católica do Salvador, bacharelado em Museologia pela Universidade Federal da Bahia e doutorado em História da Arte pela Universidade do Porto, Portugal. Especializou-se em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto. Leciona na Escola de Belas Artes da UFBA as disciplinas de História da Arte Ocidental e História da Arte Brasileira e lidera o grupo de pesquisa "Cultura e arte tridentina no Brasil". Desenvolve pesquisas sobre a arte da talha das igrejas baianas, especialmente do século XIX, a pintura e a escultura sacra católica, sobre os estilos: maneirista, barroco, rococó e neoclássico.  


Magno Moraes Mello possui graduação em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Belo Horizonte; especialização em Crítica de Arte e Museologia pela Università Internazionale dell'Arte de Florença; mestrado em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa; doutorado em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa e pós doutorado em História da Arte pela Università degli Studi di Firenze. É professor de História da Arte da Universidade Federal de Minas Gerais Lidera o grupo de pesquisa intitulado Perspectiva Pictorum, responsável pela investigação sistematizada em uma base de dados sobre a pintura Barroca/Rococó no Brasil. Tem experiência na área de História da Arte privilegiando as abordagens entre os séculos XVII e XVIII. Atua principalmente nos seguintes temas: pintura barroca; forros barrocos e rococós; estudos dos tratados de perspectiva e de pintura do tempo do barroco no universo Luso Brasileiro.

Marco Antonio Silveira possui graduação em História, mestrado e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo, e pós-doutorado pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, pela Cleveland State University e pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Ouro Preto. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, atuando principalmente nos seguintes temas: Brasil Colônia, Minas Gerais, administração, justiça e historiografia.


Thais Nívia de Lima e Fonseca é doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-doutorados realizados na Universidade de Lisboa, na Universidade Federal Fluminense e na Universidade de São Paulo. É professora associada no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, e líder do Grupo de Pesquisa Cultura e Educação na América Portuguesa.