Nomes confirmados para o Simpósio "300 anos do Recolhimento de Macaúbas: educação, sociedade, arte e cultura":
Adair José dos Santos Rocha é mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais. Graduado em Filosofia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (2006) e em Pedagogia Orientação Educacional pela Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão, atualmente é professor de Metodologia de Pesquisa, de Sociologia, de Introdução ao Estudo Personalizado do Direito, do Seminário Temático Como Estudar Melhor e Orientador de Estudos do Núcleo de Ensino Personalizado na Escola Superior Dom Helder Câmara (MG).
Adalgisa Arantes Campos é bacharel e licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais; mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutora em História Social pela Universidade de São Paulo. É professora associada nível 4 do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais. Em suas orientações na pós-graduação em História, pesquisas e produção acadêmica atua nas temáticas: Barroco luso-brasileiro, artífices e artistas no período colonial, iconografia cristã, mecenato confrarial, o ideário da morte, manifestações culturais e artísticas alusivas à Quaresma e Semana Santa.
Adriana Romeiro possui graduação em História pela Universidade Estadual de Campinas, mestrado em História pela Universidade Estadual de Campinas e doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas. Fez pós-doutorado na Universidade de São Paulo e na Universidad Autónoma de Madrid. É professora associada no Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente sobre a história das culturas políticas em Minas Gerais século XVIII.
Caio César Boschi é doutor em História Social pela Universidade de São Paulo. Foi professor titular de História do Brasil na Universidade Federal de Minas Gerais até 1994, quando se aposentou. Atualmente é professor titular do Departamento de História da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Desenvolve estudos e pesquisas, predominantemente, nas áreas de História do Brasil Colonial, História de Portugal Moderno, de acervos documentais e arquivos históricos.
Célio Macedo Alves possui graduação em História pela Universidade Federal de Minas Gerais, mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de História, com ênfase em história da arte mineira e atua principalmente nos seguintes temas: rococó, barroco mineiro, iluminismo, cultura mineira. Atualmente é professor auxiliar na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Departamento de Museologia.
Fernando Roberto de Castro Veado é engenheiro civil, mestre em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável pela Universidade Federal de Minas Gerais. É servidor do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG) desde 1974, sendo um dos profissionais remanescentes da primeira geração que atuou na instituição desde a sua criação. No IEPHA/MG desenvolve atividades na Gerência de Projetos e Obras/Diretoria de Conservação e Restauração e é curador do acervo reunido durante mais de 20 anos com testemunhos das técnicas construtivas e materiais tradicionais aplicados nas edificações históricas de Minas Gerais.
Luiz Carlos Villalta possui bacharelado e licenciatura em História pela Universidade de São Paulo, mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor associado II da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, atuando principalmente nos seguintes temas: libertinagem - inquisição - Brasil-Portugal, luzes - Portugal - Época Moderna, bibliotecas - leitura - livros - Brasil colônia, romance - luzes - sociedade - política e libertinagem - leitura - Antigo Regime.
Luiz Alberto Ribeiro Freire possui licenciatura em Letras Vernáculas com Francês pela Universidade Católica do Salvador, bacharelado em Museologia pela Universidade Federal da Bahia e doutorado em História da Arte pela Universidade do Porto, Portugal. Especializou-se em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto. Leciona na Escola de Belas Artes da UFBA as disciplinas de História da Arte Ocidental e História da Arte Brasileira e lidera o grupo de pesquisa "Cultura e arte tridentina no Brasil". Desenvolve pesquisas sobre a arte da talha das igrejas baianas, especialmente do século XIX, a pintura e a escultura sacra católica, sobre os estilos: maneirista, barroco, rococó e neoclássico.
Magno Moraes Mello possui graduação em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Belo Horizonte; especialização em Crítica de Arte e Museologia pela Università Internazionale dell'Arte de Florença; mestrado em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa; doutorado em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa e pós doutorado em História da Arte pela Università degli Studi di Firenze. É professor de História da Arte da Universidade Federal de Minas Gerais Lidera o grupo de pesquisa intitulado Perspectiva Pictorum, responsável pela investigação sistematizada em uma base de dados sobre a pintura Barroca/Rococó no Brasil. Tem experiência na área de História da Arte privilegiando as abordagens entre os séculos XVII e XVIII. Atua principalmente nos seguintes temas: pintura barroca; forros barrocos e rococós; estudos dos tratados de perspectiva e de pintura do tempo do barroco no universo Luso Brasileiro.
Marco Antonio Silveira possui graduação em História, mestrado e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo, e pós-doutorado pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, pela Cleveland State University e pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Ouro Preto. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, atuando principalmente nos seguintes temas: Brasil Colônia, Minas Gerais, administração, justiça e historiografia.
Thais Nívia de Lima e Fonseca é doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-doutorados realizados na Universidade de Lisboa, na Universidade Federal Fluminense e na Universidade de São Paulo. É professora associada no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, e líder do Grupo de Pesquisa Cultura e Educação na América Portuguesa.
De fato....se não fosse hj um Mosteiro,a publicidade em torno do evento,mas sobretudo da importancia historica local teria talvez outras dimensões !...
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